Semana passada o pessoal da política ficou alvoroçado com a Érika Hilton presidindo a Comissão da Mulher. E o que acho sobre isso? Acho que tanto faz. Mas achar que tanto faz e ainda produzir um vídeo pode ser algo meio incoerente, então preciso explicar melhor. Acontece que acho que esquerda e direita hoje, no mundo, mas, principalmente, no Brasil, estão amparadas pelo mesmo grupo de interesses. Todos esses políticos, ou pretensos políticos resolveram gerar um monte de conteúdo, a ponto de um pessoa dito de direita, que sempre pregou contra o identitarismo desta esquerda woke, resolver serem identitários da noite para dia, ficando indignados sobre o fato de não termos uma mulher biológica à frente da comissão. Bugou! Estão todos tropeçando! Mas eu sei o motivo. Assim como sei que esse assunto é bobagem, mas vale um vídeo.
Blog do Bruno Vargas
terça-feira, 24 de março de 2026
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
A Economia de Cemitério
"Economia de Cemitério": termo difundido por dr. Enéas Carneiro, mas de autoria do doutor em economia e diplomata Adriano Benayon.
É sobre isso que falaremos neste vídeo.
Não é algo de grande complexidade, mas causa confusão pois, nos últimos tempos, alguns grupos resolveram ressignificá-lo para benefício próprio.
Simples e direto, este vídeo tem a intenção de explicar da maneira mais didática possível!
Quem quiser saber mais, a bibliografia consultada para este vídeo foi a seguinte:
- Globalização versus desenvolvimento (Adriano Benayon): este é o principal;
- Um grande projeto nacional (Enéas Carneiro): aqui se pode encontrar um resumo bem didático;
- A reconquista do Brasil (Bautista Vidal): ótimo livro e nos dá uma bela bagagem geral sobre o declínio planejado da economia brasileira e ainda nos ilumina soluções!
(…) A supressão da demanda, com as políticas do BM/FMI. criou a economia de cemitério, acabando também com a produção. O sistema tem feito crescer: 1) no alto, a economia de cassino, com o aumento exponencial dos ativos financeiros; 2) em baixo, a economia marginal, da mesquinha subsistência e dos camelôs, a vender de sanduíches a eletrônica de origem duvidosa.(Adriano Benayon - BENAYON, Adriano. Globalização versus desenvolvimento: o jogo das empresas transnacionais – ETNs – e a periferização por meio dos investimentos diretos estrangeiros – IDEs. Brasília: LGE, 1998.)
(…) A estabilidade da moeda não passa de quimera, que se pensa poder alcançar por meio da economia de cemitério, i.é., paralisando a demanda e a produção. Com as relações exteriores, o mercado interno e a política econômica comandados de fora, não há mais relações internacionais, mas, sim intra-imperiais.
domingo, 18 de janeiro de 2026
Reforma Psiquiátrica: desassistência e sobrecarga nas famílias pobres do Brasil
A Reforma Psiquiátrica Brasileira, consolidada pela Lei nº 10.216/2001, é frequentemente celebrada como um avanço civilizatório por ter banido o modelo asilar e promovido a suposta cidadania das pessoas com transtornos mentais. No entanto, a forma como a desospitalização foi implementada no país, marcada pela insuficiência de recursos e pela lentidão na estruturação da rede substitutiva, gerou uma série de problemas sociais e assistenciais, cujas consequências recaem de forma desproporcional sobre as famílias mais pobres. (1)(2)
Depois de terem colocado à força a ideia da luta antimanicomial, tomando os meios de comunicação, assim como os educacionais, alguém que se posicione contra isso pode ser visto realmente como um vilão. No entanto me oponho. E, antes de qualquer coisa, quero deixar bem claro que há pouquíssimo tempo atrás eu militava entusiasmado a favor desse movimento que se baseia em estudos feitos em território europeu, longe da realidade brasileira.
Quando saímos do mar de fantasia e passamos a ver a realidade, logo percebemos que existe uma lacuna assistencial por parte do Estado. A rede comunitária não consegue resultados satisfatórios ao mesmo tempo que se mostra longe de conseguir isso. Hoje a instituição que acolhe boa parte das pessoas que necessitam de intervenção psiquiátrica passa a ser a rua ou prisão. Essa reforma jogou no colo dos pobres um problema gigantesco. São os mais pobres que sofrem, claro!
A Lacuna Assistencial e a Falência da Rede Comunitária
O princípio fundamental da luta antimanicomial é o tratamento em liberdade, por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e outros serviços de base comunitária, que integram a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Contudo, a crítica mais severa está no fato de que o fechamento de leitos psiquiátricos ocorreu de maneira mais acelerada do que a criação e o financiamento adequado desses serviços substitutivos.
A RAPS se mostrou, em muitos casos, incapaz de absorver a demanda, especialmente em momentos de crise aguda e para pacientes com transtornos mentais graves e persistentes.
Muitos CAPS, por exemplo, não possuem a modalidade de funcionamento 24 horas (exclusiva dos CAPS III) e não têm estrutura para lidar com surtos psicóticos graves ou agressividade. Essa limitação empurra o paciente em crise para hospitais gerais despreparados ou, na ausência de alternativa, de volta para a rua, configurando um quadro de desassistência. (1)
Para a população de baixa renda, o "tratamento em liberdade" frequentemente se choca com a realidade da vulnerabilidade social. O indivíduo com transtorno mental grave, sem moradia, alimentação ou suporte familiar adequado, tem seu quadro clínico agravado. Antes disso, em alguns casos, o hospital psiquiátrico, apesar de suas falhas, era o único local que garantia as necessidades básicas (teto, comida, higiene) que o Estado não provê fora dele. (2)
A Sobrecarga das Famílias: O "Manicômio Familiar"
A desospitalização, sem o suporte financeiro e técnico necessário, transferiu o ônus do cuidado do Estado para a família, um fenômeno que atinge de forma mais cruel os lares pobres.
A reforma psiquiátrica, ao defender a permanência do paciente em seu território, não garantiu a infraestrutura de apoio para que isso fosse sustentável. Em contextos de pobreza, onde os familiares precisam trabalhar em jornadas exaustivas para a subsistência, a responsabilidade pelo cuidado do paciente grave se torna insustentável. A falta de quem supervisione a medicação ou o comportamento do paciente leva a um ciclo de abandono, recaídas e, em muitos casos, ao cárcere privado doméstico, onde o paciente é contido em casa por falta de alternativas, substituindo o manicômio estatal pelo "manicômio familiar". (2)
A Transinstitucionalização: Da clínica para a prisão e a Rua
A consequência mais dramática da desassistência é a transinstitucionalização, que é a migração do paciente psiquiátrico para outras instituições de controle social ou para a marginalidade extrema. (3)
A ausência de tratamento adequado na comunidade leva à criminalização da doença. Pacientes em surto, sem suporte, acabam cometendo pequenos delitos ou se envolvendo em conflitos que os levam também ao sistema prisional comum.
Pesquisas apontam que as prisões se tornaram os "novos manicômios" para a população pobre. A prevalência de transtornos mentais na população carcerária é alarmantemente alta (chegando a 63% em algumas regiões), e esses indivíduos não recebem o suporte terapêutico adequado no sistema prisional. (4)
O fechamento de leitos sem a garantia de Moradias Terapêuticas em número suficiente empurrou uma parcela significativa de pacientes crônicos para a situação de rua. Para esses indivíduos, a "liberdade" se traduz em exposição à violência, fome e agravamento do quadro psiquiátrico, evidenciando o fracasso do Estado em garantir a cidadania fora dos muros do hospital. (3)
Para concluir
Embora a Luta Antimanicomial tenha sido essencial para a suposta defesa dos direitos humanos, a implementação da Reforma Psiquiátrica no Brasil falhou em criar uma rede de suporte comunitário robusta e universal. O resultado é um modelo que, ao invés de promover a inclusão, sobrecarrega as famílias pobres, condena pacientes à desassistência e à rua, e transforma o sistema prisional em um substituto para o manicômio. A crítica não é ao ideal de liberdade, mas à execução da política que, na prática, penaliza os mais vulneráveis.
Referências
(1) Oliveira Filho, P. Reforma Psiquiátrica Brasileira: argumentos críticos de profissionais de hospitais psiquiátricos. Saúde e Sociedade, 33, 2024.
(2) Souza, F. M. A Violência urbana e suas consequências em um centro de atenção psicossocial. Saúde e Sociedade, 2011.
(3) Lhacer, P. M. V. Transinstitucionalização: Caminhos e Descaminhos na Dinâmica de Internações e Desinternações de Pessoas com Transtorno Mental em Conflito com a Lei. Tese de Doutorado, USP, 2019.
(4) Ministério do Desenvolvimento Social. Avanços & Inovações nas Políticas de Saúde Mental, Álcool e Drogas no Brasil. 2022.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
De Bretton Woods ao Cassino Financeiro Mundial
A convenção, ou tratado, ou seja lá como queira chamar, de Bretton Woods, posicionou o dólar como moeda de câmbio mundial, porém, lastreada em ouro, gerando assim uma considerável confiança nas negociações entre os países.
Mas seu fim chegou e deixou os EUA bem, os milionários do mundo melhor ainda, enquanto lascou com a economia dos outros países, principalmente com a do Brasil que estava em ascensão!
A especulação sobre os juros passou a valer mais nas negociações do que o capital real, enriquecendo o vagabundo especulador e empobrecendo o trabalhador.
Dados nos mostram que na década de 90, apenas entre 2 a 3% da movimentação financeira global era capital real, e o resto, tudo fruto de especulação financeira.
E hoje como estamos? Muitíssimo pior! Na década de 90, se movimentava a cifra aproximada de 3 trilhões de dólares em um mês. Já atualmente, só o mercado de câmbio mais importante, o Forex, movimenta em torno de 7 trilhões e meio por dia, ou melhor, 150 trilhões mensais. Isso sem contar os mercados de ações e tantos contratos derivativos e títulos da economia global que existem. E se falarmos sobre a porcentagem de capital real, aquilo que é palpável, fica mais assombroso ainda, porque hoje não chega a 1%. Entendermos os acordos de Bretton Woods é importante para começarmos uma discussão sobre soberania econômica na era global.
Conhecendo o básico sobre isso já podemos perceber os motivos de um país rico como o Brasil estar encurralado economicamente, com uma "soberania" de fechada.
"Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, em fevereiro de 1989, exatamente 14 anos atrás, eu escrevi o 'Manifesto do PRONA', em que eu alertava a população brasileira para os riscos da ventania neoliberal que começava a soprar aqui no Hemisfério Sul, ventos egressos do Norte do planeta, a partir de uma concepção política que começava a tomar corpo — uma nova divindade assumia o cetro, o controle das ações governamentais na maioria dos países do orbe terráqueo. O mercado, erigido à categoria de um deus, decidiria o destino das nações. Desapareceriam as fronteiras para os fluxos de capital e todos teríamos, em um futuro não muito distante, um bem-estar social inconcluso. E, realmente, tudo foi acontecendo como o previsto. Em quase todos os recantos do mundo, a palavra da moda passou a ser globalização. O mundo transformou-se em um imenso cassino onde, pelo simples toque em uma tecla de computador, fortunas fabulosas são transferidas, à velocidade da luz, de um ponto a outro do planeta, sem que, para isso, exista qualquer correspondência com as riquezas do mundo real, do mundo físico. "Quem se atrevesse a falar em Estado Nacional soberano receberia, de pronto, o epíteto de troglodita, dinossauro ou qualquer coisa semelhante a um ser que viveu em priscas eras. Mas a contrapartida de um mundo sem fronteiras, onde teria sido conquistada a justiça social, longe está de ter sido alcançada. "Muito ao contrário, hoje, tristemente, o cenário que se nos afigura é exatamente o oposto do que era vaticinado pelos ideólogos daquilo que se convencionou chamar de 'mundo globalizado'. "Na verdade, passamos a ser uma neocolônia das potências hegemônicas que, irmanadas pelas suas necessidades básicas, de que são carentes — água potável, energia, alimentos e matérias primas —, determinaram que fossem privatizadas as nossas estatais, subtraindo-as ao controle do Estado, lídimo representante do povo brasileiro, e continuam obrigando-nos a vender nossa riqueza mineral a preços aviltados. (...)" (Enéas Carneiro Discurso na Câmara dos Deputados em 10/02/2003)
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
Maria é inerente ao Cristianismo. Falamos de Jesus Cristo e falamos de Maria, sua mãe imaculada, santíssima! O contrário disso é maquinação demoníaca!
Ora, pois Maria, Mãe de Deus, nos últimos tempos, entre "cristãos", começou a sofrer um processo de rebaixamento.
O texto bíblico não nos deixa dúvida alguma sobre a sua santidade, sua bem-aventurança, assim como não deixa dúvida alguma sobre o título de Theotokos. Isso tudo está no primeiro capítulo do Evangelho de Lucas, bem claro, principalmente nas palavras de Isabel, que as fala estando cheia do Espírito Santo (pra nenhum pentecostal botar defeito).
Atingir Maria é uma articulação demoníaca que se infiltrou fortemente nas igrejas evangélicas pelo mundo todo.
Isso acontece por motivos diabólicos, como já disse, mas podemos aqui elencar alguns dos principais:
- Em primeiro lugar, rejeitar, menosprezar, Maria, é rejeitar e menosprezar a tradição na qual o Cristianismo se formou;
- Também serve para criar confusão sobre o Deus que se fez carne. Maria é crucial para esse evento. Ela foi escolhida por Deus para ser sua mãe, para o criar, alimentar, cuidar! Ela teve um papel único, até por isso sua virgindade é perpétua. O principal aqui, na oposição a isto, é destruir a singularidade de Jesus;
Outro ponto é que as ações diabólicas contra o Cristianismo precisam dividir. Mas dividir discutindo sobre Jesus é muito complicado. Então encontraram em Maria a causa perfeita para dividirem os cristãos entre si. Um ponto central de divergência é criado. E o cristianismo, já cheio disso, ganha uma divisão ainda mais forte.
Durante a sua história de construção e afirmação do Cristianismo, a devoção Mariana aumentou na mesma proporção dos entendimentos teológicos da Igreja. Porém nos últimos tempos se formou uma turba disposta a destruir tudo que foi criado, edificado!
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Fique agora com essas dicas de leitura aí! São livros bem bons de ler. Dois deles são pequenos e breves:
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| Maria: primeiro Evangelho do Espírito Santo: "E ela concebeu pelo Espírito Santo"; "Quando Maria saudou a prima, o menino de Isabel saltou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo". Livro escrito pelo padre Santo Armelin, aborda exatamente a profundidade dessas duas citações que coloquei aqui. Mas é mais profundo ainda, pois não deixa de relevar um estudo sobre a ação de Maria nas Boas-novas do Espírito Santo! Embora alguns polemizem querendo dizer que o texto deste livro exagera ou inventa coisa para colocar Maria em um lugar qual ela não pertence, quem ler verá que é um texto muito competente. Alias, acima de toda forçada polêmica, consta o Nihil Obstat em sua publicação. |
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| Maria: toda de Deus e tão humana: Eis aqui um bom compêndio de Mariologia escrito por Afonso Murad. A linguagem é fácil, com uma escrita que proporciona uma leitura fluída sem enfraquecer a teologia. Também desmistifica algumas crenças marianas que muitos pensam se tratar de dogmas mas não são. É um livro para ficar sempre disponível para pesquisas. |
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| Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem: O próprio título desta obra de S. Luís Maria Grignion de Monfort já nos ilumina perfeitamente do que se trata. Aqui nós aprendemos a consagrar Jesus Cristo através da Santíssima Virgem Maria! É um clássico verdadeiro, do século XIX, importante para os devotos desde sua primeira publicação! |
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| Eis tua mãe: Síntese de Mariologia: Um livro pequeno, rápido de ler. Essa síntese publicada por Leomar A. Brustolin é excelente para auxiliar nas pesquisas rápidas sobre os diversos assuntos mariológicos! Também uma escolha perfeita para quem gosta do tema mas sente que não precisa se aprofundar muito, ou então precisa de algo sintetizado mas não raso, a fim de possuir norte e recursos para pesquisas mais profundas. Obra para ler rapidamente, até numa manhã. |
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| Maria: graça e esperança em Cristo: Muita gente acha que a devoção à Maria está centrada apenas na Igreja Católica Romana ou nas Ortodoxas. Mas o fato é que sua devoção é sim muito presente e forte no anglicanismo, assim como sempre foi até mesmo para os primeiros protestantes. Podemos dizer que esse livro também é uma boa síntese, ou então um compêndio que liga, numa linguagem direta, a devoção mariana anglicana e católica romana. |
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Paz e Bem! Santa Alegria!
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
Pois bem.
Bom, aqui estou eu querendo fazer mais um blog. Logo agora que ninguém mais liga para estas coisas.
Os tempos são outros. São como aqueles, porém com uma roupagem que transmite todo o horror e medo do que vem por aí. São os novos tempos.
Passei por ali, por aqui... aprendi que sou Nacionalista. E ser assim é estar no único caminho dentro da realidade para se fazer o Brasil o que ele realmente é. Eis aqui nossa pátria e a elas devemos amar.
Érika Hilton, ou não, tanto faz!
Semana passada o pessoal da política ficou alvoroçado com a Érika Hilton presidindo a Comissão da Mulher. E o que acho sobre isso? Acho...
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A Reforma Psiquiátrica Brasileira , consolidada pela Lei nº 10.216/2001 , é frequentemente celebrada como um avanço civilizatório por ter b...
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Ora, pois Maria , Mãe de Deus , nos últimos tempos, entre "cristãos", começou a sofrer um processo de rebaixamento. O texto bíblic...
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Bom, aqui estou eu querendo fazer mais um blog. Logo agora que ninguém mais liga para estas coisas. Os tempos são outros. São como aqueles,...






