"Economia de Cemitério": termo difundido por dr. Enéas Carneiro, mas de autoria do doutor em economia e diplomata Adriano Benayon.
É sobre isso que falaremos neste vídeo.
Não é algo de grande complexidade, mas causa confusão pois, nos últimos tempos, alguns grupos resolveram ressignificá-lo para benefício próprio.
Simples e direto, este vídeo tem a intenção de explicar da maneira mais didática possível!
Quem quiser saber mais, a bibliografia consultada para este vídeo foi a seguinte:
- Globalização versus desenvolvimento (Adriano Benayon): este é o principal;
- Um grande projeto nacional (Enéas Carneiro): aqui se pode encontrar um resumo bem didático;
- A reconquista do Brasil (Bautista Vidal): ótimo livro e nos dá uma bela bagagem geral sobre o declínio planejado da economia brasileira e ainda nos ilumina soluções!
(…) A supressão da demanda, com as políticas do BM/FMI. criou a economia de cemitério, acabando também com a produção. O sistema tem feito crescer: 1) no alto, a economia de cassino, com o aumento exponencial dos ativos financeiros; 2) em baixo, a economia marginal, da mesquinha subsistência e dos camelôs, a vender de sanduíches a eletrônica de origem duvidosa.(Adriano Benayon - BENAYON, Adriano. Globalização versus desenvolvimento: o jogo das empresas transnacionais – ETNs – e a periferização por meio dos investimentos diretos estrangeiros – IDEs. Brasília: LGE, 1998.)
(…) A estabilidade da moeda não passa de quimera, que se pensa poder alcançar por meio da economia de cemitério, i.é., paralisando a demanda e a produção. Com as relações exteriores, o mercado interno e a política econômica comandados de fora, não há mais relações internacionais, mas, sim intra-imperiais.
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